O Que o Windows Live Essentials ?

Windows-Live-Essentials

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Visão geral

O Windows Live Essentials é um pacote de produtos disponíveis em um download simples. Tenha todos eles de uma só vez ou escolha os que desejar.

Mail

Gerencie várias contas de email, calendários e seus contatos mesmo quando estiver offline.

Writer

Crie publicações de blog incríveis em minutos, com fotos, vídeos, mapas e muito mais. Em seguida, publique-as em seu provedor de serviços de blogs de preferência.

Microsoft SkyDrive

Com o SkyDrive instalado em todos os seus computadores, você terá acesso automático à versão mais recente de seus arquivos onde quer que você esteja.

Referencia: http://windows.microsoft.com/pt-br/windows-live/essentials-other#essentials=overviewother

 

Servidores POP3 e SMTP de Vários Provedores

Provedores

 

O que é IMAP?

R.: O nome verdadeiro é IMAP, com ele você nunca vai perder seus emails, eles sempre ficarão no servidor e só faz o download (sem tirar do servidor) quando você clicar, evitando assim sobrecarga do seu computador e sem necessidade de backup.

O que é POP3?

R.: É o endereço do servidor de recebimentos os emails. Ao verificar os emails o programa faz o download de tudo deletando as mensagens do servidor (salvo se configurado para não fazer isso), gasta espaço em seu HD e há necessidade de backup. (Caixa de Entrada)

O que é SMTP?

R.: É o endereço do servidor de envio de email, é por ele que a mensagem e transmitida até chegar a destinatário. (Caixa de Saída)

 

1.@Outlook.com @hotmail.com, @hotmail.com.br, @msn.com, @live.com:

POP3: pop-mail.outlook.com / pop3.live.com

SMTP: smtp-mail.outlook.com / smtp.live.com

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 25 ou 587

Necessita Conexão Segura TLS ?: Sim

Porta POP3: 995

Necessita Conexão Segura SSL?: Sim

 

2. Gmail (Google Mail):

IMAP: imap.gmail.com

POP3: pop.gmail.com

SMTP: smtp.gmail.com.br

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 465

Porta POP3 / IMAP: 995 ou 993

Necessita Conexão Segura SSL?: Sim

Importante: Necessário ativar POP e IMAP nas configurações no site (webmail)

 

3. Yahoo (@yahoo.com, @yahoo.com.br ; @ymail.com ; @rocketmail.com) :

IMAP: imap.mail.yahoo.com

POP3: pop.mail.yahoo.com.br

SMTP: smtp.mail.yahoo.com.br

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 465

Porta POP3 / IMAP: 993

Necessita Conexão Segura SSL?: Sim

 

4. BOL (Brasil On-Line): (Versão Free do UOL)

POP3: pop3.bol.com.br

SMTP: smtps.bol.com.br

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 587

Necessita Conexão Segura SSL?: não

Porta POP3: 995

Necessita Conexão Segura SSL?: Sim

 

5. IG (Internet Generation):

POP3: pop.ig.com.br

SMTP: smtp.ig.com.br

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 465

Porta POP3: 995

Necessita Conexão Segura SSL?: Sim

 

6. UOL (Universo On-Line):

POP3: pop3.uol.com.br

SMTP: smtps.uol.com.br

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 587 ou 465

Porta POP3: 995

Necessita Conexão Segura SSL?: Sim

 

7. Terra:

IMAP: imap.terra.com.br

(IMAP disponível apenas para Usuário “Terra Email Gigante”)

POP3: pop.terra.com.br

SMTP: smtp.terra.com.br

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 587

Porta POP3 / IMAP: 110

Necessita Conexão Segura SSL?: Não

 

8. iTelefônica: (Associado ao Terra)

POP3: pop.itelefonica.com.br

SMTP: smtp.itelefonica.com.br

Exige Autenticação? : Sim

Porta SMTP: 25

Porta POP3: 110

Necessita Conexão Segura SSL?: Não

 

Referencia de Site

http://www.truquesemacetes.com/html/sm/dc/incredimail/pop3_smtp_p01.htm

http://assessorvirtual.blogspot.com.br/2011/08/servidores-pop3-e-smtp-de-varios.html

 

Download

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https://skydrive.live.com/redir?resid=8D81A61193FE35D4%21113

ou

https://docs.google.com/document/d/1is_6NMW2645OfK535jmQDhwSqiNOOkBKF9KSyRv_56Q/edit?usp=sharing

Mito ou verdade: desfragmentar o HD diminui a vida útil do disco?

Mito ou verdade: desfragmentar o HD diminui a vida útil do disco?

Com o passar do tempo de uso, convém desfragmentar o disco rígido (Fonte da imagem: Shutterstock)

Para resolver esse problema, há ferramentas especializadas e até mesmo fornecidas gratuitamente junto com o sistema operacional, como é o caso do programa Defrag, do Windows. Elas são responsáveis por reorganizar esses dados, com o propósito de dar menos trabalho para o HD. Esse processo é chamado de desfragmentação, e o Tecmundo já publicou diversos artigos sobre o assunto.

Em teoria, reorganizar esses blocos de dados ajuda a agilizar o acesso aos arquivos: por estarem todos mais próximos e organizados, não é necessário tanto movimento mecânico da cabeça de leitura do HD. Porém, muita gente acha que desfragmentar demais um disco pode fazê-lo “pifar” mais rapidamente.

Desfragmentar causa desgaste?

É possível argumentar que, como o processo de desfragmentação causa muita atividade mecânica do disco, ele também acaba, consequentemente, diminuindo o tempo de vida do componente, já que provocaria mais desgastes. Porém, não há nada que possa comprovar essa teoria.

Para começar, o desgaste provocado pela ação de desfragmentação parece ser compensado pela economia de movimento que a cabeça de leitura fará nos próximos dias, já que os dados são reorganizados. Mas é claro que não há nada que comprove isso de fato, pois essa é uma atividade muito difícil de ser medida e, pelo visto, não muito relevante para a indústria.

Mito ou verdade: desfragmentar o HD diminui a vida útil do disco?

Funcionários da Google não encontraram relação entre nível de utilização e falhas (Fonte da imagem:Shutterstock)

Porém, há um estudo de caso muito interessante apresentado por funcionários da Google em uma conferência sobre tecnologias de arquivos e armazenamento que pode ajudar a trazer alguma espécie de iluminação científica sobre o assunto.

Relação entre falhas e nível de utilização

Como a Google trabalha com uma enorme quantidade de dados, fica fácil deduzir que a empresa possui muita experiência no gerenciamento de discos rígidos. Em um estudo apresentado por Eduardo Pinheiro, Wolf-Dietrich Weber e Luiz André Barroso, funcionários da empresa, mais de cem mil HDs foram analisados, na tentativa de encontrar em um padrão que tenha levado esses equipamentos à falha.

O resultado? Bem, digamos que é um pouco decepcionante: “Nossos dados indicam que há uma relação muito mais fraca entre níveis de utilização e falhas do que estudos anteriores atestavam”. Em suma, não há nada que comprove, de fato, esse impacto negativo pelo uso exaustivo do equipamento.

De acordo com o paper apresentado pelo grupo, apenas HDs muito novos ou muito velhos costumam apresentar problemas. É como se, no reino dos discos rígidos, valesse a lei do mais forte. Se o drive sobreviver aos primeiros anos de sua “infância”, é provável que terá muito tempo de vida pela frente.

Conclusão: use o defrag sem medo

Mito ou verdade: desfragmentar o HD diminui a vida útil do disco?

Não há nada que comprove a relação entre desfragmentação e redução do tempo de vida. O impacto causado pela reorganização lógica dos dados de um HD, durante o processo, não é preocupante e, na pior das hipóteses, pode ajudar você a acessar mais rapidamente seus arquivos.

Entretanto, vale o bom senso: não há a necessidade de desfragmentar o seu HD todo dia. Fazer isso uma vez por mês, por exemplo, já é mais do que o suficiente para garantir um melhor desempenho para a máquina.

Por Felipe Arruda em 6 de Junho de 2012

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mito-ou-verdade/24704-mito-ou-verdade-desfragmentar-o-hd-diminui-a-vida-util-do-disco-.htm#ixzz2t24mb4r5

Como melhorar o desempenho de um HD

O disco rígido é o único componente da informática que evolui em ritmo desacelerado. O HD tem algumas limitações de velocidade, as quais geralmente estão ligadas aos componentes mecânicos incapazes de acelerar a leitura e gravação de dados.

Como melhorar o desempenho de um HD

(Fonte da imagem: iStock)

O baixo desempenho é notável no dia a dia, visto que os demais itens do PC dependem dos dados armazenados no HD. Claro, essa diminuição de velocidade é muito mais agravante em aplicações mais exigentes e jogos. Para contornar parte do problema, o Tecmundo elaborou algumas dicas rápidas para você acelerar o disco.

Turbinando o HD

Antes de configurar a parte virtual, vamos realizar uma manutenção dentro do gabinete.

  1. Primeiro, verifique se o disco está devidamente parafusado. Caso o seu gabinete não conte com travas simplificadas, certifique-se de instalar quatro parafusos para que o disco não sofra com possíveis trepidações;
    Como melhorar o desempenho de um HD
  2. Instale uma solução de refrigeração capaz de manter o HD em temperaturas razoáveis. Um cooler na parte frontal e outro na traseira do gabinete devem ser suficientes;
  3. Confira se a fonte instalada oferece energia suficiente. Nessa parte do processo, vale verificar se não há variações de energia na tomada. Se necessário, instale um filtro de linha ou um estabilizador;
  4. Se o HD instalado for do tipo IDE (aqueles que são conhecidos como PATA), você deve garantir que um cabo Ultra DMA esteja instalado. Esse cabo é o mais grosso, aquele que tem 80 vias. Detalhe: para não dividir o canal de dados, deixe somente o disco rígido conectado no primeiro canal;
    Como melhorar o desempenho de um HD
  5. Fonte da imagem: Reprodução/Jonas Bergsten (Wikimedia Commons)
  6. Confira se não há nenhum jumper complicando a configuração do dispositivo. O ideal é deixar o disco configurado como Master;
  7. Caso sua placa-mãe seja compatível com HDs SATA, procure utilizar o padrão mais recente suportado e verifique se o HD não está configurado para operar em modo de compatibilidade;
  8. Entre na BIOS e observe se a configuração está correta. O ideal é que haja suporte para 32-bits e que a opção “Block Mode” esteja ativada;
  9. Se você tiver dúvidas durante a instalação do HD, confira nosso vídeo:

Antes de instalar o Linux

Caso você esteja realizando uma nova instalação do Linux, crie a partição swap antes da raiz. Siga as recomendações da distribuição que você está instalando. O sistema operacional do Pinguim necessita dos primeiros blocos do disco rígido para poder trabalhar com arquivos temporários. Isso acelera o desempenho do computador consideravelmente.

Instalação do Windows

Na hora de instalar o Windows, é recomendável fazê-lo em uma participação à parte. Portanto, antes de começar o processo, particione seu disco rígido, deixando um espaço considerável para o sistema, programas essenciais e arquivos temporários.

Como melhorar o desempenho de um HD

Vamos dar um exemplo: caso seu HD tenha 500 GB de capacidade, vale deixar 100 GB para a instalação do Windows. Os quase 400 GB restantes devem compor a partição secundária, a qual servirá para armazenar seus documentos e evitar perdas de dados em situações que seja necessário reinstalar o sistema operacional.

Memória virtual do Windows

O sistema da Microsoft armazena os arquivos temporários em um arquivo de paginação. Se seu computador tiver no mínimo 8 GB de memória RAM, você pode desativar este recurso.

Contudo, caso seu PC não esteja devidamente munido, vale realizar uma configuração no arquivo de paginação. Veja como proceder:

  1. No Menu Iniciar, clique com o botão sobre “Computador” e abra as “Propriedades”;
    Como melhorar o desempenho de um HD
  2. À esquerda da janela, clique em “Configurações Avançadas do Sistema”;
    Como melhorar o desempenho de um HD
  3. Na seção “Desempenho”, abra o item “Configurações”;
    Como melhorar o desempenho de um HD
  4. Selecione a aba “Avançado”. No campo “Memória Virtual”, clique em “Alterar…”;
    Como melhorar o desempenho de um HD
  5. Desmarque a caixa “Gerenciar automaticamente o tamanho do arquivo de paginação de todas as unidades”;
  6. Agora, clique em “Tamanho personalizado”. No campo “Tamanho inicial”, insira no mínimo 1024 MB para que o sistema possa descarregar o Kernel em caso de emergência. Em “Tamanho máximo”, informe o valor de 4096 MB ou o triplo da quantidade de memória RAM instalada.Como melhorar o desempenho de um HD

Manutenção preventiva

Tendo instalado o disco corretamente e configurado o sistema para aproveitá-lo da melhor forma, basta você realizar a desfragmentação esporádica. Esse processo ajuda a organizar os dados do HD, o que facilita os procedimentos de leitura e escrita.

Como melhorar o desempenho de um HD

O desfragmentador do Windows pode quebrar um galho, todavia, recomendamos uma organização na bagunça com o Auslogics Disk Defrag — um programa que pode desfragmentar e otimizar o seu computador. Se você utiliza Linux, pode conferir o artigo “Mito ou verdade: precisa desfragmentar discos que rodam o Linux?” para aprender como realizar uma desfragmentação.

Dicas úteis para comprar um HD novo

Com o tempo, o disco rígido pode apresentar problemas ou não oferecer espaço suficiente para seus dados. Se este for o caso, a aquisição de um novo componente pode ser interessante. Contudo, a compra de um HD deve ser planejada, pois cada mínimo detalhe faz diferença na hora de executar softwares robustos. Fique atento aos seguintes fatores:

  • Memória cache: opte por um modelo com 32 ou 64 MB;
  • Rotações por minuto: discos de 7.200 RPM são mais rápidos;
  • Tempo médio de acesso: escolha um HD com o menor valor possível;
  • Tecnologia: prefira um componente com recursos mais avançados e pesquise para se informar sobre o que cada fabricante oferece;
  • Interface: busque um disco com o padrão mais atualizado (hoje, é o SATA III);
  • Espaço de armazenamento: adquira um produto com o maior tamanho possível, pois a tendência é aumentar cada vez mais o tamanho dos arquivos e programas.

Claro, todas essas dicas podem resultar em pequenas melhorias, porém não podemos garantir que seu computador vai ficar muito mais veloz, porque os discos rígidos já não são mais tão rápidos. Parece que a evolução para o SSD será inevitável, ao menos no que diz respeito à velocidade.

Por Fabio Jordão em 9 de Maio de 2012

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/disco-rigido/23329-como-melhorar-o-desempenho-de-um-hd.htm#ixzz2t22XK1n2

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/disco-rigido/23329-como-melhorar-o-desempenho-de-um-hd.htm#ixzz2t2264tBe

SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos?

Infográfico - SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos?

Lá em 2009, fizemos um artigo comparando o HD ao SSD. Na época, chegamos à conclusão de que não compensava comprar um SSD, devido ao alto preço e às pequenas vantagens.

Dois anos depois, fizemos uma matéria completa, dando explicações sobre o funcionamento de cada dispositivo e sugerindo que o SSD poderia destronar o HD.

Agora que as duas tecnologias estão mais evoluídas, os preços reduziram consideravelmente e algumas tarefas podem exigir uma mudança no tipo de armazenamento, uma retomada ao debate é necessária. Afinal, será que vale a pena investir em um SSD ou o disco rígido ainda terá vida longa e próspera?

SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos? (Fonte da imagem: Divulgação/Sandisk)

Antes de chegarmos a um veredito, vamos conferir as principais vantagens que cada componente oferece, quais são os mais robustos atualmente e realizar uma comparação entre diversos modelos.

Considerações sobre a tabela

Os dados de nossa tabela foram obtidos nos sites oficiais e nas lojas online que usamos para pesquisa. As páginas que usamos para averiguar os preços são as seguintes: Pichau, Balão da Informática, MegaMamute, Kabum!, Newegg e Amazon. Os valores informados foram obtidos no dia 29/11/2013, sendo que usamos os menores preços.

Como você pôde conferir no começo do artigo, os preços dos SSDs ainda são proibitivos no Brasil. Com o valor de um SSD de 128 GB (com velocidade de escrita bem baixa), você pode comprar um HD de 2 TB (de acordo com os testes do Hardware Luxx, o Toshiba citado na tabela é um dos melhores discos com tamanha capacidade de armazenamento).

Se levarmos em conta os valores em dólares, seria possível adquirir um disco rígido de 3 TB da Seagate em vez de pegar um SSD Kingston de apenas 120 GB. São 25 vezes mais espaço pelo mesmo preço. Claro, mesmo sendo um modelo de alta performance (algo comprovado pelo AnandTech), o desempenho do HD tende a ser inferior ao do SSD.

SSD: um item essencial para algumas situações

De fato, não é novidade alguma que os drives de estado sólido oferecem desempenho muito além daquele que é possível alcançar nos discos rígidos, entretanto é preciso considerar que isso nem sempre se faz verdade. Tudo depende muito do modelo com que estamos tratando e da atividade em que o dispositivo será utilizado.

SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos?

(Fonte da imagem: Reprodução/PC World)

Se você acompanha análises de dispositivos de hardware, talvez já tenha visto diversos sites (incluindo o Tecmundo) apontando o SSD como a melhor opção para jogos. A combinação entre SSD para sistema e jogos e HD para armazenamento geral já foi apontada como uma boa solução para gamers que necessitam de um desempenho extra e que não querem gastar.

A verdade é que o SSD tende a ser mais rápido na maior parte das ocasiões, mas é importante verificar os testes de cada modelo antes de tomar qualquer decisão, visto que os resultados práticos muitas vezes destoam das especificações. Há situações que um ou outro disco rígido acaba empatando ou até superando algum SSD.

Os fóruns são ótimos locais para consulta, inclusive usamos alguns como referência neste artigo. Abaixo, há uma tabela, que está em um tópico do fórum da Adrenaline, a qual contém diversas informações úteis que podem vir a calhar na hora que você for comprar seu SSD. Confira:

SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos?

Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Adrenaline)

A questão da sobrescrita

Um dos principais pontos apontados como uma desvantagem do SSD é a quantidade de ciclos de escrita reduzida. Se alguma vez isso foi um problema, tal inconveniente já não existe nos atuais SSDs. De acordo com os testes do Hardware.info, um Samsung 840 250GB TLC pode perdurar por até 24 anos em um PC no qual sejam baixados 32 GB de dados todos os dias.

A Corsair não informa em seu site oficial a quantidade de ciclos de seus dispositivos, mas disponibiliza a quantidade de horas que o SSD deve durar: 2 milhões de horas. Isso quer dizer que um drive da marca pode durar até 228 anos, algo que ninguém conseguirá comprovar se é realmente verdade.

Seja como for, a troca de um dispositivo de armazenamento geralmente é mais frequente (5 ou 6 anos é uma média aceitável, e dificilmente alguém fica 10 anos com o mesmo HD), portanto não é necessário ficar preocupado com esse detalhe, pois os atuais drives de estado sólido devem durar tempo suficiente para você precisar adquirir um de maior capacidade.

HD: espaço de sobra para você guardar tudo

Nessa guerra entre SSD e HD, os argumentos são sempre os mesmos e cada vez ficam mais gritantes. No caso do SSD, tudo é pautado no desempenho, enquanto no HD caímos no velho papo da capacidade de armazenamento.

SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos?

(Fonte da imagem: Divulgação/Seagate)

Se há algum tempo os discos rígidos reinavam soberanos com versões de 1 e 2 TB — época em que SSDs comportavam apenas 256 ou 512 GB—, hoje, esta diferença é mais notável com modelos que chegam a guardar 3 e 4 TB (enquanto o mais moderno SSD oferece 1 TB).

De fato, nesse quesito, não há como discutir. Os HDs continuam sendo a única opção viável para quem necessita guardar uma grande quantidade de arquivos e, segundo a declaração da Seagate à Computer World, parece que os discos rígidos vão continuar inalcançáveis, com componentes que podem guardar até 5 TB já em 2014. O plano é alcançar 20 TB em 2020.

Um problema com consumo

Além da questão do desempenho, os HDs deixam a desejar pelo consumo de energia excessivo. Apesar de os modelos mais recentes estarem bem caprichados nesse sentido, a presença dos componentes mecânicos acaba resultando em um problema para quem usa notebooks, os quais podem se beneficiar de componentes com melhor eficiência energética.

Conforme o site da OCZ, um SSD é otimizado para ser três vezes melhor que o HD nesse sentido, sendo que o disco rígido pode chegar a consumir 6 W quando estiver trabalhando constantemente, enquanto que o drive de estado sólido usa menos de 2 W.

Outros fatores a se considerar

Os HDs ainda sofrem com outros dois inconvenientes: o peso e o calor. Para poder oferecer maior capacidade de armazenamento, as fabricantes inserem mais discos dentro do componente, o que, evidentemente, acarreta o aumento do peso. Certamente, para desktops isso não é um problema, mas, no caso dos notebooks, tal detalhe pode incomodar.

O calor gerado pelo trabalho contínuo é outro porém que não existe no SSD. Devido à operação mecânica constante, o disco rígido acaba esquentando muito mais do que um drive de estado sólido. Na maioria dos casos, uma solução simples (às vezes, não é preciso nem usar uma ventoinha) de refrigeração resolve o problema. De qualquer forma, é algo que deve ser colocado na balança na hora de adquirir um novo drive de armazenamento.

SSHD: um novo competidor entra em cena

Não é de hoje que as fabricantes de drives vêm bolando ideias para contornar os problemas dos SSDs (o preço e o espaço para armazenamento) e dos HDs (a velocidade e o consumo de energia). Uma das melhores soluções encontradas foi o SSHD (drive de estado sólido híbrido). Como o nome sugere, este componente é um meio termo entre o SSD e o HD.

O SSHD conta com discos comuns para o armazenamento geral de arquivos, o que garante boa capacidade para armazenamento. Todavia, há uma parte do componente que traz módulos de memória flash que servem para acelerar o desempenho das principais atividades.

SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos?

(Fonte da imagem: Divulgação/Seagate)

O principal diferencial deste produto está na forma inteligente de trabalho. Graças ao hardware e software especializado, o SSHD identifica quais dados são mais utilizados e copia tais informações do disco (que pode ser de 2 TB) para a memória flash (de apenas 8 GB).

Com essa pequena ação, o SSHD consegue economizar alguns segundos em diversas situações, seja no carregamento do sistema ou na hora de rodar algum game. O Tested até já verificou como o SSHD funciona no PS4 e comprovou que ele pode oferecer vantagens e até se igualar ao SSD em alguns casos.

Além de oferecer alta velocidade e espaço de sobra, este tipo de componente se destaca pelos preços reduzidos, que geralmente são similares aos dos discos rígidos. Infelizmente, os SSHDs ainda são raros no Brasil, mas vale ficar de olho nesta tendência, pois ela pode fazer parte da sua máquina em um futuro não muito distante.

Moral da história

Certamente, os SSDs são incomparáveis no quesito desempenho. Também, não podemos deixar de notar que eles oferecem uma série de outras vantagens que podem vir a calhar em diversas situações. Contudo, todo esse poderio vem acompanhado de um preço bem salgado, assim, como já suspeitávamos, os SSDs ainda não são acessíveis no Brasil.

A parte interessante de revisitar este tópico é perceber que, com a chegada de componentes de maior capacidade e desempenho, alguns modelos mais básicos estão tendo seus valores reduzidos. Atualmente, podemos dizer que faz muito sentido e vale a pena investir na combinação SSD de pequena capacidade somado a um HD com muito espaço.

SSD: está na hora de aposentar o seu HD ou os preços ainda são proibitivos?

(Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)

Claro, antes de sair pesquisando e comprando, você deve avaliar as suas necessidades. Às vezes, os programas e jogos que você executa em sua máquina não requisitam tamanho desempenho. Agora, se você está sentindo alguma engasgada ao rodar games como Battlefield 4 e já se certificou que o problema não é a placa de vídeo, então a solução é apostar no SSD.

Por Fabio Jordão em 2 de Dezembro de 2013

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ssd/47743-ssd-esta-na-hora-de-aposentar-o-seu-hd-ou-os-precos-ainda-sao-proibitivos-.htm#ixzz2t21PNqSq

 

 

O que é memória RAM? [vídeo]

computador precisa de algumas peças para funcionar, e a memória RAM é uma das principais. Como você já deve saber, o processador funciona como o cérebro da máquina, porém, ele não tem uma memória muito grande.

A função da memória RAM é guardar dados temporariamente para que o processador possa acessar informações importantes com rapidez. Só para deixar mais claro, todo aplicativo ou jogo que você abre precisa guardar os arquivos mais usados em algum lugar, daí a necessidade da RAM.

Que tipo de memória é essa?

Apesar de armazenar arquivos, a memória RAM não executa a mesma tarefa que o disco rígido. Diferente do HD, ela é um componente volátil, ou seja, não mantém informações permanentemente. Isso significa que, quando você desligar o PC, todo o conteúdo que está gravado nela será apagado.

O que é memória RAM? [vídeo]

Acesso aleatório (Fonte da imagem: Reprodução/HowStuffWorks)

Outra característica que a diferencia dos demais tipos de memória é o tipo de funcionamento. A sigla RAM significa Memória de Acesso Aleatório, ou seja, os dados não são armazenados ou acessados de forma sequencial. Tal característica garante versatilidade à memória, pois os demais componentes do computador podem acessar qualquer conteúdo dela de forma rápida.

Quantidade e velocidade

É importante salientar que, quanto maior a quantidade de memória disponível, mais programas podem ser abertos. Para games, a memória RAM desempenha um papel mais importante, pois os jogos precisam armazenar dados constantemente e acessá-los com grande velocidade, visto que CPU e placa de vídeo trabalham constantemente para oferecer a continuidade das fases.

O que é memória RAM? [vídeo]

(Fonte da imagem: Reprodução/G.Skill)

Claro, por se tratar de um local de armazenamento de arquivos temporários, a memória RAM não precisa ter a mesma capacidade de um disco rígido. Basicamente, a quantidade depende do sistema operacional e dos softwares utilizados. Aplicativos mais robustos podem exigir mais memória, visto que eles trabalham com um grande volume de informação.

Além da quantidade de espaço, a memória RAM grava os dados em uma frequência para a qual foi programada. Da mesma forma, outros componentes acessam as informações usando o mesmo clock, possibilitando a sincronia e o perfeito funcionamento. Esse valor é especificado em MHz ou GHz, sendo que, quanto maior, mais rápido é o funcionamento da memória.

O padrão atual

Para facilitar um pouco, as fabricantes trabalham com padrões. Atualmente, as memórias do tipo DDR3 são as mais populares, todavia, conforme proceder a evolução dos computadores, novas especificações serão adotadas. Como você deve imaginar, o próximo padrão para PCs será o DDR4.

O que é memória RAM? [vídeo]

(Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)

 

Memória RAM do tipo DDR também pode ser encontrada em placas de vídeo, smartphones e outros gadgets. Alguns aparelhos, como o PlayStation 3, utilizam outros padrões, como o XDR, mas essa é outra história que abordamos previamente em um artigo no Tecmundo. Esperamos que as informações tenham sido claras. Até uma próxima!

Por Fabio Jordão em 28 de Maio de 2012

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/memoria/918-o-que-e-memoria-ram-video-.htm#ixzz2t20FDzWk

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/memoria/918-o-que-e-memoria-ram-video-.htm#ixzz2t20AESi5

Quais os melhores processadores para rodar jogos?

Quando o assunto é desempenho em jogos para computador, ninguém discorda que uma boa placa de vídeo dedicada é essencial. Porém, apenas uma GPU de qualidade não garantirá um desempenho excepcional se o seu processador for limitando. Ainda que um processador de baixo desempenho possa ser contrabalanceado com uma GPU top, é preciso compreender alguns conceitos para evitar “gargalos”, ou seja, limitações de rendimento.

– CPU: quanto mais cores, melhor (mas nem tanto)

Um recurso limitante em vários jogos, e que pode acusar até gerar problemas de incompatibilidade, é a frequência dos núcleos do processador. Embora um processador Dual Core até possa rodar games atuais, CPUs de quatro ou seis núcleos são praticamente unanimidade na configuração de um computador possante.

Quantidade e frequência dos núcleos influência na performance em jogos (Foto: Divulgação)
Quantidade e frequência dos núcleos influenciam na performance em jogos (Foto: Divulgação)

Ao comprar um computador (ou apenas o processador), é preciso estar atento para o modelo, e não apenas para o “nome comercial”. Exemplos típicos são vários modelos de processador Intel Core i3 que possuem apenas dois núcleos físicos.

Ainda que núcleos sejam importantes, caso o processador do seu computador seja um Dual Core potente, como o Intel Core i3-4130, você poderá equipá-lo com placa gráfica e garantir resultados satisfatórios. A sugestão de quatro ou mais núcleos deve ao fato de que alguns jogos podem não rodar por reconhecerem que os requisitos mínimos exigidos não estão presentes.

– Arquitetura de 64 bits

Outro aspecto do processador com excelência em games é a arquitetura de processamento. Mesmo que existam vários modelos de qualidade com 32 bits, quando o assunto é poder de fogo, a arquitetura de 64 bits garante uma boa margem de folga. Sua influência vai até mesmo para outros componentes, como memória RAM.

Assim como no quesito dos núcleos, a sugestão da arquitetura x64 é para que o usuário não seja limitado por algum outro, recurso ou que o jogo se reconheça incompatível com a sua máquina.

– Os melhores processadores para jogos

Confira agora uma seleção com os melhores processadores do mercado, avaliados apenas no quesito games. A lista apresentada avalia não apenas o poder do processador, mas também o seu custo benefício, já que o dinheiro gasto para comprar um processador muito caro pode ser economizado para comprar uma GPU top de linha.

– Intel Core i5-4670K (em torno de R$ 800 Reais)

Como dito no tópico anterior, muitas vezes não se necessita de um processador de seis núcleos com 12 threads para rodar jogos pesados. Como todo processamento gráfico ficará a cargo da GPU, um processador de qualidade será como um “coadjuvante” na maior parte do tempo. Nesse aspecto, a melhor opção é o processador Intel Core i5-4670K. Com quatro núcleos reais, esse processador é integrante da mais nova arquitetura da Intel, a Haswell.

Core i5 4670K é o precessador com melhor relação custo-benefício par gamers (Foto: Divulgação/Intel)
Core i5 4670K é o precessador com melhor relação custo-benefício para gamers (Foto: Divulgação/Intel)

O Intel Core i5-4670K pode chegar até 3.8 GHz, e até passar disso com uma refrigeração adequada. Toda essa potência, aliada às últimas GPU do mercado, garante que ele tenha um desempenho, em games, igual ao do processador de seis núcleos, Core i7-4770K, que custa mais do dobro do preço.

– AMD FX-6300 (em torno de R$ 500 Reais)

O processador AMD FX-6300 tem um desempenho inferior ao de processadores Core i5 com quatro núcleos da Intel. Porém, o preço, a quantidade de núcleos e o multiplicador destravado são características apreciadas pelos fãs de overclocking.

Lançado em 2012, FX-6300 tem boa relação custo benefício (Foto: Reprodução / Xbitlabs)
Lançado em 2012, FX-6300 tem quantidade de núcleos e multiplicador destravado como pontos fortes (Foto: Reprodução / Xbitlabs)

O custo-benefício é uma das maiores qualidades desse processador. É fácil encontrar ele montado em computadores com boas especificações por pouco mais de mil reais. Por ser de fabricação da AMD, outra vantagem do processador FX-6300, é que a maioria das placas-mãe compatíveis com ele possuírem uma GPU onboard de qualidade. As GPU onboard da AMD não possuem o mesmo desempenho das placas offboard, mas garantem um desempenho interessante para quem quer um PC Gamer de médio porte.

– Intel Core i7-4930K (Em torno de R$ 2 mil reais)

O processador Intel Core i7-4930K não é o top de linha da empresa, mas suas configurações, ainda assim, impressionam. São 3.9 GHz em modo turbo e 12 MB de memória cache. Além disso, o processador, em conjunto com a placa-mãe, suporta operar os pentes de memória RAM em Quad-Channel 1866, suportando até 64 GB.

Core-i7-4930K é um dos melhores processadores da atualidade (Foto: Reprodução / extremespec.net )
Core-i7-4930K é um dos melhores processadores da atualidade (Foto: Reprodução / extremespec.net )

Ainda que seja de uma arquitetura anterior, o i7-4930K entrega 95% desempenho do seu irmão mais novo, o i7-4770K. Ambos possuem preços similares, mas por possuir mais memória cache e capacidade de trabalhar com mais memória RAM, o i7-4930K é o que há de melhor em termo de processadores para jogos. Qualquer processador mais potente seria um desperdício de dinheiro, pois seria difícil encontrar um jogo que necessitasse de tanta CPU. Entrentanto, vale lembrar mais uma vez que estamos citando exclusivamente CPUs, GPUs são assunto para outro artigo.

– Intel Core i3-4130 (Em torno de R$ 400 reais)

De todos da lista, o Intel Core i3-4130 é o processador mais básico, com apenas dois núcleos. E por que ele está na lista? Como a maioria dos jogos atuais tem configurações mínimas de apenas dois núcleos, o processador Intel Core i3-4130, aliado a uma boa GPU, ainda consegue rodá-los com uma boa qualidade, permitindo “setar” os gráficos até em High.

Core i3-4130 é um processador básico, mas contém o essencial para jogos (Foto: Montagem / Dario Coutinho)
Core i3-4130 é um processador básico, mas contém o essencial para jogos (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Tal fato se deve à longevidade das CPUs dada a elas pela limitação visual dos jogos trazida pelos consoles. Basta lembrar que jogos como Battlefield 4 ainda rodam no Xbox 360, lançado nove anos atrás. Com isso, um dos processadores tidos como básicos da nova geração da Intel, pode rodar tranquilamente jogos pesados, desde que tenha uma boa GPU para compor o conjunto.

– AMD FX-8350 (em torno de R$ 600 reais)

Como é de costume nos processador da AMD, o FX-8350 tem ótima relação custo-benefício. O exagero de especificações do FX-8350, entretanto, não se traduz em um desempenho superior ao de um Core i5.

AMD FX-8350 impressa pelas especificações (Foto: Reprodução / Wccftech)
AMD FX-8350  tem boas especificações e ótima relação custo-benefício (Foto: Reprodução / Wccftech)

Porém, o seu preço é algo que o usuário não pode ignorar. Em se tratando exclusivamente de games, um processador muito caro seria um desperdício, pois uma boa GPU atuando em conjunto com o FX-8350 pode resultar em um bom frame rate em jogos pesados. É possível montar um bom PC com o processador AMD FX-8350, 8GB de memória RAM com velocidade de 1866MHZ por menos de R$ 1700 reais, por exemplo.

Então, lembre-se sempre que, além de escolher um processador é fundamental comprar uma GPU capaz de rodar os jogos com alta qualidade gráfica sem problemas. Contando com uma máquina equilibrada, será possível se divertir jogando no seu computador sem gastar uma fortuna, além de trabalhar com outras funcionalidades, como edição de vídeos e imagens.

por 
Para o TechTudo

Referencia: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2014/02/quais-os-melhores-processadores-para-rodar-jogos.html

A História dos Processadores

O processador, também conhecido como CPU, é peça fundamental dos computadores. E não estamos falando apenas dos famosos PCs. Celulares, video games, smartphones, tablets: todos esses dispositivos precisam de processadores para funcionar. Esse componente tão vital é responsável por carregar e realizar as operações aritméticas e lógicas de que os programas de computador fazem uso. Portanto, nada funciona sem a famosa CPU.

Levou décadas para que chegássemos aos modelos atuais de processadores. Na verdade, demoramos alguns anos para chegar também à ideia que temos hoje de como uma CPU funciona. Antes, os softwares não eram compatíveis com todos os modelos de computador, já que eles eram desenvolvidos especificamente para cada máquina.

Isso estava relacionado ao fato de que cada computador era como uma plataforma diferente. Muitas vezes, existia incompatibilidade até mesmo entre modelos de um mesmo fabricante. Por incrível que pareça, isso não chegava a ser uma barreira preocupante, visto que a produção de software ainda não era alta e não existiam muitos programas disponíveis.

Precursores da CPU moderna: anos 40, 50 e 60

A história dos processadores

Painéis do ENIAC em exposição na Universidade da Pensilvânia (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Os primeiros computadores, anteriores à década de 50, possuíam um diferencial considerável, se comparados com as máquinas de hoje: eles não eram capazes de armazenar programas. Alguns deles, como o ENIAC, que teve seu desenvolvimento iniciado em 1943, tinham inicialmente o plano de armazenamento de softwares em seu interior. Mas, para agilizar o lançamento da máquina, essa ideia acabou ficando para trás.

Dessa forma, o ENIAC tinha que ser modificado fisicamente cada vez que uma tarefa diferente fosse executada. Cabos deveriam ser reposicionados, chaves ligadas ou desligadas e um novo programa ser carregado. Era dessa forma que o processamento em si era realizado.

A história dos processadores

EDVAC instalado no Laboratório de Pesquisas Balísticas dos EUA

Em 1945, a ideia de uma unidade central de processamento capaz de executar diversas tarefas foi publicada por John Von Neumann. Chamado de EDVAC, o projeto desse computador foi finalizado em 1949. Essa é a origem dos primeiros modelos “primitivos” de processadores da forma como os conhecemos. Além disso, o EDVAC e outros computadores, como o Mark I, da Universidade de Harvard, marcam o início da era dos computadores modernos, capazes de armazenar programas.

Durante a década de 50, a organização interna dos computadores começou a ser repensada. Esse foi o momento em que os processadores começaram a ganhar funcionalidades básicas, como registradores de índices, operandos imediatos e detecção de operadores inválidos.

No início da década de 60, a IBM desenvolveu uma nova abordagem: planejou uma família de computadores que poderiam executar o mesmo software, com poder de processamento e preços diferentes. Com isso, os programas não seriam mais dependentes de máquina, mas compatíveis entre todos esses modelos.

Para colocar isso em prática, a IBM acabou criando um computador virtual conhecido como System/360, ou simplesmente S/360.  Podemos pensar nesse sistema como um conjunto de instruções e capacidades que todos os computadores da família S/360 teriam em comum.

Processadores Modernos

Nos modelos apresentados acima, os processadores ainda não eram compostos por uma unidade central, mas por módulos interconectados entre si.  Foi só no início da década de 70 que surgiram as CPUs desenvolvidas totalmente em circuitos integrados e em um único chip de silício.

Geração Pré-x86

A história dos processadores

Intel 4004 foi o primeiro microprocessador da história (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

O Intel 4004 foi o primeiro microprocessador a ser lançado, em 1971. Sendo desenvolvido para o uso em calculadoras, essa CPU operava com o clock máximo de 740 KHz e podia calcular até 92 mil instruções por segundo, ou seja, cada instrução gastava cerca de 11 microssegundos.

Com o sucesso do 4004, a Intel desenvolveu o processador 8008, em 1972. Esse era uma CPU de 8 bits, com barramento externo de 14 bits e capaz de endereçar 16 KB de memória. Seu clock trabalhava na frequência máxima de 0,8 MHz.

Esse modelo foi substituído, em 1974, pelo Intel 8080, que apesar de ainda ser um processador de 8 bits, podia executar, com algumas limitações, operações de 16 bits. O 8080 foi desenvolvido, originalmente, para controlar mísseis guiados. Tinha clock limite de 2 MHz, um valor muito alto para a época, era capaz de realizar centenas de milhares de operações por segundo e de endereçar até 64 KB de memória.

A família x86 de 16 bits

A arquitetura x86, lançada em meados da década de 70, ainda serve como base para boa parte dos computadores atuais. O primeiro processador que aproveitou todo o seu potencial foi o Intel 8086, de 1978. Pela primeira vez, a velocidade do clock alcançava 5 MHz, utilizando instruções reais de 16 bits. O nome “x86” veio do fato de que o nome dos processadores que vieram depois do Intel 8086 também terminavam em “86”.

Ainda no mesmo ano, foi lançado o 8088, sucessor que possuía barramento externo de 8 bits, porém, com registradores de 16 bits e faixa de endereçamento de 1 MB, como no 8086. Esse foi o chip utilizado no IBM PC original.

A história dos processadores

Microprocessador Intel 80286 de 8 MHz (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Nos anos seguintes, a Intel desenvolveu os modelos 80186 e 80188, criados para serem usados com sistemas embarcados.  Em 1982, a capacidade de processamento chegou ao patamar de 6 e 8 MHz, com o Intel 80286. Posteriormente, as empresas AMD e Harris Corporation conseguiram romper essa barreira, chegando a 25 MHz.

Entram as CPUs de 32 bits (x86-32)

Como o nome sugere, a x86-32 é arquitetura x86 de 32 bits, utilizada até hoje em muitos computadores. Grosso modo, podemos dizer que, com exceção de processadores de 64 bits e aqueles de arquitetura ARM, todos os outros existentes ainda hoje são herdeiros das características dessa geração.

Os famosos 386 e 486

As CPUs 80386 e 80486, lançadas entre o meio e o fim da década de 80, trabalhavam com clocks que iam de 33 MHz a 100 MHz, respectivamente. O 80386 permitiu que vários programas utilizassem o processador de forma cooperativa, através do escalonamento de tarefas. Já o 80486 foi o primeiro a usar o mecanismo de pipeline, permitindo que mais de uma instrução fossem executadas ao mesmo tempo.

A história dos processadores

Processador 486 DX, mais rápido se comparado com a versão SX (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Para o 80486, existiram diversas versões, sendo que cada uma delas possuía pequenas diferenças entre si. O 486DX, por exemplo, era o top de linha da época e também a primeira CPU a ter coprocessador matemático. Já o 486SX era uma versão de baixo custo do 486DX, porém, sem esse coprocessador, o que resultava em um desempenho menor.

A guerra entre Intel e AMD

As séries de processadores Intel e AMD marcaram época no mundo da informática, através de suas diferentes versões. O primeiro Pentium (Intel), lançado em 1993, apresentava várias melhorias sobre o 80486, principalmente por uso da superescalabilidade, ou seja, a replicação de hardware para que mais instruções fossem executadas ao mesmo tempo. Seu clock inicial era de 100 MHz, o qual chegou a atingir 200 MHz com o passar do tempo de desenvolvimento.

A história dos processadores

Processador Intel Pentium A80501, de 66 MHz (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Em 1995, a Intel lançava o Pentium Pro, sexta geração de chips x86 e que possuía uma série de melhoramentos em relação ao seu antecessor. Essa seria a base para os futuros lançamentos: Pentium II, Pentium III e Pentium M.

Paralelamente, a AMD começava a ganhar mercado com modelos similares, principalmente como o AMD K5, forte concorrente do Pentium original. Dois anos depois, o Pentium II foi lançado, atingindo o clock de 450 MHz.

Nessa mesma época, a AMD desenvolveu CPUs que batiam de frente com a Intel, como o AMD K6. Por esse motivo, ambas as empresas travaram uma espécie de “corrida”, competindo para ver quem conseguia o maior desempenho e valor de clock.

A lei de Moore

Em 1965, Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, afirmou que o número de transistores em um chip dobraria, sem custo adicional, a cada 18 meses. Tal afirmação ficou conhecida como a Lei de Moore, a qual foi válida durante anos, principalmente no final da década de 90.

Sempre que uma empresa lançava um modelo de processador, o concorrente a superava meses depois. Isso ficou muito evidente nos anos de 1999 e 2000, quando o Pentium III e o AMD Atlhon (K7) estavam guerreando pelo maior clock. Por um período de tempo, a AMD liderou a disputa, pois o Atlhon, que trabalhava com frequências maiores do que 1 GHz, superou o Pentium III.

A reviravolta da Intel veio com o lançamento do Pentium 4, em 2001, que trabalhava com até  2 GHz e levou a empresa de volta ao topo do mercado. As versões de baixo custo dessas CPUs, Celeron (Intel) e Duron (AMD), também disputavam fortemente o lugar mais alto no ranking do processador “B” mais vendido.

Multicore: o fim da lei de Moore

Conforme a tecnologia dos processadores foi progredindo, o tamanho de seus transistores foi diminuindo de forma significativa. Contudo, após o lançamento do Pentium 4, eles já estavam tão pequenos (0,13 micrômetros) e numerosos (120 milhões) que se tornou muito difícil aumentar o clock por limitações físicas, principalmente pelo superaquecimento gerado.

A principal solução para esse problema veio com o uso de mais de um núcleo ao mesmo tempo, através da tecnologia multicore. Assim, cada núcleo não precisa trabalhar numa frequência tão alta. Se o esquema de escalonamento de tarefas funcionasse de maneira eficiente, seria possível trabalhar com quase o dobro do clock. Um processador dual-core de 1,5 GHz, por exemplo, poderia ter um desempenho semelhante a uma CPU de núcleo único de 3 GHz.

Um componente chamado de escalonador determina em qual dos núcleos uma tarefa deve ser executada. Mas como o escalonador demora certo tempo para fazer essa decisão, na prática fica quase impossível atingir o dobro exato de desempenho. Portanto, com o advento do processador multicore, a lei de Moore tornou-se inválida, visto que já não era mais possível aumentar a frequência do processador como antes.

Anos 2000: a era de 64 bits

No começo dessa década, ficou claro que o uso de 32 bits não seria mais eficiente, visto que, no máximo, apenas 4 GB de memória RAM poderiam ser endereçados nessa plataforma. Logo, a solução mais natural foi o desenvolvimento de novas arquiteturas que passassem a trabalhar com 64 bits ao invés de 32.

A história dos processadores

O AMD Opteron, de abril de 2003, foi a primeira CPU de 64 bits da empresa (Fonte da imagem: AMD)

Tanto a AMD quanto a Intel trabalhavam em seus próprios projetos de CPUs de 64 bits, mas quem venceu a disputa foi mesmo a AMD, com o x86-64, que mais tarde foi renomeado para AMD64. Isso aconteceu, principalmente, pelo fato de a AMD ter evoluído diretamente o x86-32, enquanto que a Intel tentou criar algo novo, do zero.

Visto esse acontecimento, as empresas em questão criaram um acordo no uso dessas arquiteturas, no qual a AMD licenciou para a Intel o uso do x86-64. Por outro lado, a Intel também tornou legal o uso da arquitetura x86-32 pela AMD. Logo, todos os modelos de processadores 64 bits comerciais atuais rodam sobre o x86-64. O AMD Athlon 64 foi um dos maiores representantes dessa arquitetura.

Blackfin

Ainda em 2000, uma nova arquitetura de processadores foi lançada pela empresa Analog Devices. A Blackfin, como foi batizada, é uma família de microprocessadores de 16 e 32 bits que possuía, como diferencial, um processador de sinal digital (DSP) embutido, usado para processar áudio e vídeo.

Aliado a outras características de design, esse processador permite um consumo menor de energia aliado ao alto desempenho. O uCLinux é um dos sistemas operacionais que suporta esse tipo de CPU.

Pentium 4 e Pentium D

Em 2002, a Intel lançou o Pentium 4, processador que podia alcançar clocks muito altos, chegando até a 3,8 GHz em condições especiais. Os últimos modelos dessa linha também incluíam a tecnologia Hyperthreading (HT), funcionalidade que fazia um processador físico trabalhar como se fossem duas CPUs lógicas.

A história dos processadores

Intel Pentium 4 Willamette para Socket 423 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Posteriormente, o Pentium 4 foi substituído pelo Pentium D, duas linhas de processadores dual-core de 64 bits. Mais tarde, foi lançado o Pentium Extreme Edition, que possuía desempenho um pouco melhor do que o Pentium D, além de tecnologias extras que o tornavam mais apto para tarefas pesadas. Esse modelo também fazia uso da tecnologia HT, podendo simular a existência de até quatro núcleos.

Outra novidade da Intel foi o Pentium M, uma versão de baixo consumo do Pentium Pro desenvolvido para dispositivos móveis. Esse processador foi lançado em 2003. Em 2005, a AMD apresentou ao mundo o seu primeiro processador dual-core, o Athlon 64 X2.

Intel Core

Em 2006, a Intel inicia a sua linha Core, para consumidores que precisam de mais poder de processamento. Faz parte dessa linha o modelo Core 2 Duo, que demonstra uma capacidade incrível se comparado com os dual-core anteriores da empresa. Na mesma época, foi lançada a versão Pentium Dual Core, que apesar de trazer uma boa relação custo-benefício, se mostra inferior ao Core 2 Duo.

Outro grande lançamento feito pela Intel foi o Core 2 Quad, processadores com quatro núcleos e que, apesar de demonstrarem alto desempenho, acabam perdendo em algumas tarefas para o Core 2 Duo. Uma versão posterior, nomeada Core 2 Extreme Quad Core, também foi lançada, proporcionando mais velocidade de clock, que pode chegar até 3,2 GHz.

Em 2010, a Intel anunciou os modelos Core i3, i5 e i7. Quem ainda não conhece pode conferir o artigo publicado pelo Tecmundo sobre as diferenças entre esses três modelos.

A história dos processadores

Base do processador Intel core i7-940 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Além disso,a empresa também lançou uma segunda geração desses processadores, que vem sendo muito bem aceita pelos consumidores. Essa nova leva possui mudanças na memória cache, melhorias no modo Turbo Boost e aperfeiçoamentos na própria arquitetura. Porém, o que chama a atenção é a presença de um chip gráfico acoplado com o processador principal (APU). Confira as diferenças entre as duas gerações no artigo de Fábio Jordão.

A empresa também vem trabalhando em uma nova microarquitetura de processadores, a Ivy Bridge, que deve possuir suporte para PCI Express 3.0, DirectX 11 e OpenCL 1.1. A empresa espera obter um aumento de até 30% de desempenho no processamento gráfico se comparado com o chipset Sandy Bridge, presente nos processadores i5 e i7.

As últimas novidades da AMD

Quando o assunto é AMD, a história possui algumas diferenças. Depois dos processadores dual-core, a linha Athlon II apresentou processadores de três (X3) e quatro núcleos (x4), todos com versões econômicas, ou seja, com menor desempenho e mais baratos.

Um dos últimos grandes lançamentos da AMD foi o Athlon Neo, chip desenvolvido para notebooks ultrafinos e que precisam de uma duração maior da bateria. Outra linha apresentada pela fabricante foi a dos processadores Sempron, uma versão simplificada do Athlon, com apenas um núcleo e voltada para consumidores menos exigentes.

A história dos processadores

AMD Phenon II possui modelos de 3 e 3,1 GHZ (Fonte da imagem: AMD)

Quem não dispensa um bom jogo ou precisa de processamento de alto desempenho pode contar com os processadores Phenom, que foram lançados para competirem de igual para igual com as CPUs da Intel. Esses modelos também receberam versão de três (X3) e quatro (X4) núcleos. A segunda geração dessa linha, Phenom II, conta também com processadores dual-core de 3 e 3,1 GHz.

A surpresa mesmo fica por conta dos processadores Phenom II X4, de quatro núcleos e alto desempenho, com modelos de até 3,4 GHz. Além desses, servidores ou estações de trabalho que exigem uma carga maior de processamento também podem se beneficiar dos processadores Opteron, que podem operar com até seis núcleos.

A AMD também lançou uma linha de CPUs para notebooks que, apesar de ser dual-core, possui um consumo eficiente de energia, poupando assim a carga da bateria dos portáteis. Mas o que vem ganhando espaço é mesmo a Fusion, linha de APUs (Unidade de Processamento Acelerada) da AMD. Com a junção de CPU e GPU em um único chip, é possível obter melhor desempenho a um custo reduzido. Leia mais sobre o Fusion aqui mesmo, no Tecmundo.

Com tantos modelos de processadores disponíveis, pode ter ficado confuso saber quais modelos ainda são vendidos e o que comprar na hora de fazer um upgrade. Mas não se preocupe: aqui você encontra artigos que podem ajudá-lo a decidir qual é o processador ideal para você, seja Intel ou AMD.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/historia/2157-a-historia-dos-processadores.htm#ixzz2t1vabjir